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julho 18, 2013

Índigo azul anil

Xique Xique de Igatu, Chapada Diamantina, casa de Kanaú. Foto de Esperança Gadêlha.
Alcançar um ínfimo
um átomo
um átimo de algo,
e se desiludisse e anulassem todas as vontades...
todas as verdades, todas as vaidades
E sem elas, sem nada, ser nada
sem quase nem pele de existir
existisse numa icógnita
numa hipótese
cápsula.
Proteção; o que me consome é divinado.
E ir tão fundo, mas tão fundo, tão atropeladamente dentro
dentro daquilo que não sei,
e deixar o mistério em mim,
que não descubro, nem desconfio
me alcançar e me tomar...
Que serei eu?
Quem serei eu
Só o bem querer me doará
me torna.















2 comentários:

  1. Você tá demais, garota...
    sem pele de existir!!

    boa música. cheiros

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  2. anoitecer cintilante de cor luz-azul......

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