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abril 29, 2014

"Perceber as minúcias e engrenagens do mundo, o ínfimo e as dobras nas histórias, a sutileza da vida, as camadas da existência e poetizá-las recontando aos demais. Ceder os olhos e ouvidos ao corpo social. Essa é a função sagrada do artista. E, como presente para si, descobre as particularidades e, consequentemente, a própria vida".

"Submergi as mãos na proximidade da nascente, que a essa altura já inundava o entorno, e (em sonho) rindo, pensei: eu também sou água".

Ambas da poetisa Lycia Scharmer. Tento perceber em conjunto, forma, cor, desenho de dentro.

Cachoeira da Rosinha (transbordante) em Igatu, e Tamara compondo a foto.



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