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abril 09, 2014

The Celluloid Closet

Mais do que beijos em telenovelas (que tem sua função de tornar popular e natural o que já é), pra o público geral. 
A quem gosta, ou queira entender de cinematografia LGBT, como foi retratado ao longo de 100 anos em documento visual impecável. Baseado no livro de mesmo nome, de Vito Russo, o livro contém maior teor político, mas o filme tem a vantagem do humor; ora autodepreciativo, ou caricato; ora mais leve, jovial e terno. O que chama a atenção, e é importante na película, é a trajetória contada por muitas vozes do cinema: escritores, roteiristas, diretores, políticos, líderes religiosos, atores e atrizes renomados e antigos. 
É dos meus filmes preferidos, e já ganhou prêmios em diversos festivais, além de ser repassado aqui no Brasil, em encontros, simpósios e atividades relacionadas à educação lgbt.  
E como disse um cineasta ano passado, (Bruce LaBruce) "a homossexualidade é uma chance de não ser conformista".     E eu digo,  não ser invisível. 
Creio que como gays ou lésbicas, ser agentes de mudança é quase caraterística inseparável, de tanto que a gente é citado, cutucado, incomodado. O que não faltam são adjetivos por toda a História para nos retratar. Reescrever como nos vemos, e nos veremos no futuro, também é resultado desse entendimento.  

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