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junho 18, 2014


Como Riobaldo, eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa.
Ou como Clarice, "sei de muito pouco. Tenho à minha frente tudo o que não sei, e por ser um campo virgem - está livre de preconceitos. Tudo o que não sei é minha parte maior e melhor: é minha largueza.
É com ela que eu compreenderia tudo. Tudo o que eu não sei constitui a minha verdade."

Na magia como na vida, acho que este é o melhor sentimento. Sou como uma criança que quer saber sempre mais, jamais me saciarei. Porque uma dúvida precede outra, e uma resposta é resposta somente à uma parte. O encanto é descoberta.  Tenho `a minha frente um mundo de descobertas. Tira um véu fininho-invisível de cima das coisas que é terno espanto.  É uma criança no melhor da palavra, sem infantilizá-la, sem minimizar sua   sabedoria: a semente da curiosidade do mundo inteiro, vive aqui.                                                                 (E ela é bem bonita...!)                                 


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